შესწავლის გზამკვლევი
Capítulo 4
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pela graça, mediante a fé. A fé é a operação do Espírito Santo em nós e se manifesta pela nossa obediência a Ele. Portanto, é a graça que nos salva por meio da nossa obediência ao Espírito Santo. Efésios 2:8-10
8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;
9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie.
10 Pois somos obra dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que andássemos nelas.
A graça é a vida que Cristo predestinou viver por meio de nossos corpos; no entanto, a nossa fé é a nossa obediência a essa vida. É quando obedecemos à graça de Deus dentro de nós que a vida se manifesta por meio de nós. As obras da alma não podem agradar a Deus; contudo, existem as obras da graça: as boas obras realizadas por Jesus por meio da nossa carne.
João 6:29
Respondeu Jesus, e disse-lhes: Esta é a obra de Deus: que creiais naquele que ele enviou.
Há uma única obra dada à alma: crer. Crer é mais Romanos 5:21: para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reine pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.
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do que cruzar os dedos na esperança de que Deus faça algo; é a nossa obediência ao Pai e a concordância com a Sua vontade. Não podemos dizer que cremos em Deus se não lhe obedecemos. Quando a alma obedece, Cristo realizará todas as boas obras necessárias para salvá-la. É assim que somos salvos pela Sua graça.
Vamos comparar estas duas passagens da Escritura: Romanos 5:10 Porque, se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. Efésios 2:5 Estando nós ainda mortos em pecados, nos deu vida juntamente com Cristo (pela graça sois salvos).
Mais uma vez, é a vida que Jesus vive por meio da nossa carne que salvará as nossas almas. Dito isso, cada um de nós recebeu uma dispensação ou medida de graça segundo o chamado de Cristo em nós. Efésios 3:1-5
1 Por esta causa eu, Paulo, o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, gentios,
2 Se é que tendes ouvido da dispensação da graça de Deus que me foi dada para vós outros:
3 Pois pela revelação me foi dado a conhecer o mistério (conforme acima escrevi em poucas palavras,
4 Pelo que, quando o lerdes, podereis entender o meu conhecimento no mistério de Cristo)
5 O qual em outras gerações não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como agora foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas pelo Espírito; Paulo prepara o cenário levando-nos a entender que a sua alma estava dentro do Espírito de Jesus Cristo (ou aprisionada por ele e nele). No entanto, ele continua a nos fazer saber o motivo pelo qual estava na carne com Cristo. O seu propósito, medida ou chamado era o apostolado. Esta era a dispensação da graça dada a Paulo. Em outras palavras, a vida e/ou o dom que Jesus Cristo manifestou por meio do corpo de Paulo era o apostolado entre os gentios. Efésios 4:7-8
7 Mas a cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do dom de Cristo.
8 Por isso diz: Quando subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens.
Mais uma vez o Pai comprova a Sua Palavra. A medida se refere à
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vida que Jesus viverá por meio de um corpo em particular. A Escritura diz que recebemos a medida do dom de Cristo. Agora Jesus pode viver a vida que Ele escolher, usando qualquer dom que Ele julgar conveniente para o Seu ministério. A vida que Ele pretende viver é a graça que recebemos.
Espero que estejamos vendo a graça da perspectiva de Deus. Por muito tempo temos distorcido a Palavra de Deus e feito provisões para o pecado. No entanto, pela Palavra de Deus vemos que a graça não existe para que o pecado abunde, mas o pecado é a transgressão da graça. Não devemos lutar contra a vida que Cristo planejou viver através de nós. Muitas vezes pensamos saber como algo deve acontecer, mas o nosso caminho não nos salvará. Creio que a seguinte Escritura une verdadeiramente a revelação da graça:
2 Coríntios 12:7-9
7 E para que eu não ficasse arrogante pela excelência das revelações, me foi dado um espinho na carne, que é um mensageiro de Satanás, para me atormentar, para que eu não ficasse arrogante.
8 Três vezes eu orei ao Senhor por causa disso, para que isso de afastasse de mim.
9 Mas ele me disse: “Minha graça te basta, porque meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Por isso, com muito prazer, eu me orgulharei nas minhas fraquezas, para que o poder de Cristo habite em mim.
Paulo foi grandemente ungido pelo Senhor. O Senhor, portanto, enviou certo tormento para que ele não se exaltasse acima da medida; contudo, considere os sentimentos de Paulo. Ele orou três vezes para que o tormento fosse tirado dele. Muitas vezes ele era impedido por esse tormento. Ficava abandonado em lugares ermos, era atacado por animais, açoitado, naufragava, etc.: tudo isso consumia tempo, tempo que ele poderia estar usando para ministrar. Ele orou para que, por amor ao Senhor (e não por si mesmo), o tormento fosse tirado dele. No entanto, o Senhor respondeu dizendo: “a minha graça te basta.” O Senhor queria que Paulo fosse consolado pelo fato de que qualquer vida que Cristo tivesse decidido viver por meio da carne dele era exatamente o que era necessário para salvar a sua alma. Ele estava deixando Paulo saber que a sua graça inclui o sofrimento; porém, se Jesus está vivendo por meio do seu corpo, isso é tudo de que ele precisa (suficiência).
A doutrina da graça é muito poderosa. Ela não é defensora do pecado, mas é a manifestação da justiça. A graça nos permite cessar de nossos próprios esforços para agradar a Deus; e a vida santa de Cristo, vivida por meio da nossa carne, pela nossa obediência à fé do Seu Filho, nos salvará. Oh, que Graça maravilhosa!